Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage


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Casa das Letras

Associação Cultural

CASA DAS LETRAS

Denominada por tradição popular, a Casa das Letras foi em tempos Casa da Eira, o mesmo nome da terra que a circundava, Terra da Eira, com alguns milhares de metros.
Tal como o próprio nome indica, a eira era o destaque numa região onde a produção de cereal abundava e onde os moinhos de vento preenchiam a paisagem.
Mais tarde o edifício foi transformado em espaço de apoio às pedreiras que começaram a nascer na Lage.



A VELHINHA CASA DAS LETRAS

A VELHINHA CASA DA LETRAS

A DEMOLIÇÃO

A DEMOLIÇÃO

Durante dezenas de anos o edifício teve como proprietário o Comendador Joaquim Matias, e segundo a tradição oral, foi nesse período que ganhou o actual nome de CASA DAS LETRAS. Segundo alguns relatos de pessoas desse período, o nome ficou a dever-se ao facto de o edifício ter possuído na sua fachada algumas letras, eventualmente relacionados com a indústria da pedra, cujo Joaquim Matias era proprietário. Existe também quem argumente que o nome foi atribuído pelo facto do edifício ter sido o escritório dessa mesma empresa.

A RECONSTRUÇÃO

O FINAL DA OBRA

Durante cerca de 3 décadas, a Casa das Letras, foi habitação de várias famílias, até as condições de habitabilidade terem sido colocadas em causa pela própria Câmara Municipal. A casa foi então encerrada a tijolo.
Na década de 90 do Sec.XX, a Associação Cultural começa a pressionar a autarquia no sentido do edifício poder ser transformado em sede social da associação.
No final de 1997, a autarquia acaba por concordar com os argumentos apresentados para transformação em sede social, ao contrário de espaço de apoio ao jardim
(arrumação de carros do lixo) como alguns elementos do executivo pretendiam.


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